produtono aro Espectro
Pierre
Pierre Analysis Intelligence: recebe um documento em .pdf, .docx ou .txt, separa cláusula por cláusula, mascara todo dado pessoal antes de qualquer IA, traduz cada uma para português corrente e mostra a fonte legal de cada julgamento de risco. O contrato inteiro vira uma faixa de barras onde a altura é o risco, e dá para ver onde ele pesa antes de ler uma palavra. Acesso por convite.
A identidade desta sala
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Os ocres não foram escolhidos: são medidos do arquivo do logo, 57.612 pixels de tinta. O ocre como texto sobre papel dá 2,99:1 e reprova, por isso o âmbar queimado (5,4:1) carrega todo rótulo.
A escolha
Python atrás, TypeScript na frente
É o projeto onde duas linguagens se justificam, e a fronteira entre elas não é gosto: as bibliotecas maduras de identificação e mascaramento de dado pessoal são Python, e o que existe em JavaScript para isso é sensivelmente mais fraco. Como essa etapa é a promessa central do produto, ela decide a linguagem do serviço, e não o contrário. A interface é web e fica em TypeScript. A fronteira entre as duas é uma só, explícita, e tudo que é dado sensível fica de um lado dela.


01
O que o Pierre faz
Pierre recebe um documento, separa cláusula por cláusula, mascara todos os dados pessoais antes de qualquer análise, traduz cada cláusula pra português corrente e mostra o risco de cada uma com a fonte do julgamento visível.
A leitura vira um percurso: o documento inteiro aparece como uma faixa de barras onde a altura é o risco, cada cláusula pode ser marcada como entendida, não entendida ou a discutir, e o que ficou sem entender se junta num glossário próprio no fim. O ponto central de design é marcar de forma explícita onde a informação automatizada acaba e a conversa humana com a Carol começa: Pierre informa e traduz, não substitui uma advogada, e a tela diz isso com todas as letras antes de qualquer decisão.
O acesso é por convite, porque cada análise custa chamada de API, e zona aberta é custo aberto.
02
Privacidade, passo a passo
A extração e o split de cláusulas rodam em código puro, na VPS, sem IA. Depois vem a anonimização, num serviço que só escuta em localhost: Microsoft Presidio + spaCy em português pra nomes, locais e e-mail, mais reconhecedores regex pro Brasil (CPF e CNPJ só mascaram se o dígito verificador fechar). Cada dado sensível vira um placeholder estável e reversível, e se um valor real escapasse pro texto que sairia da VPS, a análise aborta, não é log, é interrupção.
O modelo de linguagem nunca vê nome, CPF, CNPJ, RG, endereço, telefone ou e-mail. A interface de IA é OpenAI-compatible e troca de motor por variável de ambiente: local pra desenvolvimento com dado sensível, ou um provedor com retenção zero pra contrato real de cliente.
03
A Biblioteca: curadoria em vez de caixa-preta
Toda cláusula que a IA analisa vira candidata numa Biblioteca, e é a Carol quem aprova, corrige ou rejeita cada explicação, num painel próprio (`/biblioteca`) fechado por código de administrador. A partir da aprovação, a mesma cláusula responde de forma instantânea e gratuita nas próximas vezes, com a explicação carimbada com o nome dela e a data da revisão.
O efeito prático: quanto mais o Pierre roda, menos ele depende de IA e mais da própria Carol está na resposta. E rascunho gerado por modelo nunca aparece na tela com selo de revisão humana se não passou por ali, é a regra que impede o painel virar teatro.
04
A direção visual
A landing é uma pintura gerativa: fundo claro em vez do preto do site institucional, um símbolo radial orgânico pintado à mão, e o gesto Redline da casa, palavra difícil ganha o traço vermelho, a tradução em português corrente entra em dourado por cima. O dourado nunca é alarme, é sempre o "depois", o protegido.