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visitanteconta de demonstração
o portfólio como o dado que ele é
Felipe Carzo
desenvolvedor
Rio de Janeiro
Um site bonito qualquer ferramenta gera rápido. O que falta é o resto: administração, permissão por pessoa da equipe, revisão antes de publicar, edição sem precisar me chamar. Essa parte é o que eu construo.
6 em produção · 8 identidades visuais construídas do zero
O trabalho
Plataforma de ensino de programação com ghost text progressivo.
TypeScript na web, Dart no celular
Speech-to-text local com IA. Fala, solta a tecla, o texto aparece onde o cursor estiver.
Python
Site institucional de consultoria em conformidade e gestão de risco pra startups em fase inicial.
TypeScript, renderizado no servidor
Minigame isométrico 2D pra ação de evento presencial da inovallBond.
TypeScript, no navegador
Análise de documento cláusula por cláusula, com os dados pessoais mascarados antes de qualquer IA ver o texto.
Python atrás, TypeScript na frente
E-commerce de moda de luxo com catálogo inteligente.
TypeScript dos dois lados, servidor separado
Sobre esta página
Cada cartão ali em cima está pintado com a paleta de verdade do projeto que ele abre, lida do CSS que está em produção. Os ocres do Pierre, por exemplo, foram medidos do arquivo do logo dele, 57.612 pixels de tinta. Se você abrir um projeto, esta página inteira muda de cor e assume a identidade daquele trabalho.
O papel que está no fundo agora é o que sobra quando nenhum projeto está aberto. Ele não tem cor de destaque nenhuma, e isso é de propósito: a cor aqui pertence sempre a um cliente, e some junto com ele.
Cor de marca quase nunca passa em contraste quando vira texto pequeno, então cada paleta tem uma segunda versão do mesmo tom, escurecida só o bastante pra ser legível. O ocre do Pierre dá 2,99:1 sobre o papel e some da tela; o âmbar queimado dá 5,4:1, e é ele que carrega os rótulos.
Cada projeto também tem um fundo animado próprio, com o vocabulário visual dele: a página do Pierre é pintada com o mesmo tipo de pincelada que a landing dele usa, e a da inovallBond costura uma malha isométrica na proporção do losango da marca.
Embaixo do nome de cada projeto está a linguagem que ele usou. Elas não se repetem, e o motivo de cada escolha está na página do projeto.
Por onde seguir
Me conta o que a sua equipe faz na mão hoje e eu digo o que dá pra automatizar.
falar comigoVocê quer ver a parte técnicaPor que cada projeto usou a linguagem que usou, e o que ia dar errado com outra.
ver o critérioVocê chegou pelo conteúdoTextos sobre coisas que aprendi construindo. Publico aqui e no Dev.to.
ler o blog
me conta que eu digo se dá pra automatizar